Nasci e cresci em Vitória da Conquista, no interior da Bahia. Filho de uma família que apostou no meu sonho antes de eu ter certeza de que era possível.
Estudar Medicina na UESB foi a primeira grande conquista. Mas o que mudou minha forma de enxergar a profissão não foram os livros — foram os professores que me mostraram que medicina de verdade começa quando você olha para a pessoa na sua frente, não para a tela do computador.
Essa convicção guiou cada passo depois.
Fiz Clínica Médica no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto — onde aprendi que rigor diagnóstico e cuidado com o paciente não são opostos. Depois, Cardiologia no Instituto Dante Pazzanese, referência que forma os especialistas que formam outros especialistas. E a especialização em Arritmia Clínica no InCor da USP, ao lado de médicos que dedicaram décadas ao que eu estava aprendendo.
No meio dessa jornada, prestei a prova de Título de Especialista em Cardiologia da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Fui aprovado entre os 10 primeiros do Brasil.
Guardo isso não como troféu. Guardo como régua — o padrão de exigência que aplico até hoje, dentro do consultório.
Porque o que aprendi nessa trajetória inteira é que a maioria dos pacientes que chegam até mim não quer mais exames. Quer saber o que os exames significam. Quer alguém que investigue de verdade, que conecte os pontos, que diga com clareza o que está acontecendo com o seu coração — e o que fazer a respeito.
É exatamente isso que eu me comprometo a entregar.
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